Solitários e de curta vida


Rato wireless

 







Já por cá passaram uns quantos, restam pequenas memórias e gaiola vazia.

18 comentários:

  1. Umas criaturas tão inocentes,....
    Por acaso sempre gostei deles tb.
    Mas não de todos
    :-)

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  2. Que fofinho! É um camundongo?
    Não sabia que viviam tão pouco...
    Um abraço!

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  3. Os hamsters são lindos...
    Se aprenderem a usar a inteligência artificial, serão perfeitos. Ou perigosos...
    Bom feriado e continuação de boa semana.
    Um beijo.

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  4. Boa tarde Fá,
    Os hámsteres são lindos, mas fazem-me impressão.
    Um dos meus filhos teve um em criança e nem imagina o que eu sofria;))!!
    Beijinhos,
    Ailime

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  5. Cute animals. Warm greeetings from Indonesia

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  6. Qué bonito y divertido el ratón del ordenador.

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  7. Lindo, e fofinho, gosto deles nas mãos das outras pessoas, eu não consigo pegar.
    Beijinhos

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  8. Querida Fá,
    Todo bichinho de estimação nos alegra a nossa vida, pena quando os perdemos! Achei muito fofinha essas fotos!
    Abraços!

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  9. Não saberia conviver com eles, são ariscos e incompreensíveis... rs
    Mas acho-os fofos e delicados, Parecem frágeis quando na verdade nós é que somos.
    Abraço Fá e bom domingo, com beijinhos.

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  10. Não gosto muito deles.
    Mas gosto de gatos :)
    bonitas imgens!
    :)

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  11. Que fofura nunca vi um de perto, Fá bjs.

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  12. Pelo menos terão passado bons tempos *,~`)))))))))
    Bom fim de Semana
    e que seja uma bela sexta feira
    possível. Bom dia, beijinhos de aqui.

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  13. Ah, que fofinho ele é.... adoro coelhinho.
    Um bju!!!!

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  14. Your words evoke a sense of quiet nostalgia and solitude. It’s interesting how something as simple as a wireless mouse can represent fleeting moments and memories. Sometimes, it’s the small, everyday objects that carry the weight of our experiences. Thank you for sharing this poignant reflection!
    invite you to read my new blog post!

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«Há um instante em que a memória é estreita
para conter o mar, o sal, os navios,
a penumbra branca das gaivotas.»
(Albano Martins, in Em tempo e memória)

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